sábado, 3 de dezembro de 2011

Archidy Picado Filho conversa com Farbhen Arievyh


Através da leitura e comentário de um texto do artista Archidy Picado Filho publicado numa rede social em 25/10/2011 surgiu essa agradável conversa entre o veterano Archidy Picado Filho e o artista ascendente Farbhen Arievyh.

Farbhen Arievyh em seu momento "poesia em movimento"
Farbhen Arievyh - Muito bom Archidy, sempre admirei seu talento, pois sempre ouvi falar dos seus trabalhos artísticos. Sou um jovem poeta, desenhista e compositor em busca de um lugar ao sol com o desejo de publicar meus trabalhos literários. Portanto me inspiro em artistas como você, que tem garra, força, vida, luz e paz.
Archidy Picado Filho - Você não precisa buscar seu lugar ao sol, visto que, como dizem, "ele nasce para todos". Mas compreendo que você deva ter todo empenho e disposição de buscar seu lugar na sombra.
Farbhen Arievyh - Sem dúvida. Realmente ainda não havia refletido que a busca para a realização é por um lugar a sombra, ora iluminada pelos raios de sol, ora refrescada pelos ventos do horizonte da felicidade. Muito obrigado por estas palavras. São palavras fortes, com vigor e positivismo que me fazem entender a minha verdadeira essência como artistas. Como poeta, escritor ou desenhista. Como o compositor tímido que através dos sentimentos transcrevo em papeis historias de vida, de amor.
Archidy Picado Filho - Boa sorte em sua empreitada.
Farbhen Arievyh – Obrigado. Estou concluindo o boneco de um livro de poesias e ficarei muito feliz se um dia, você puder ver para me dar sua opinião como profissional que é.
Archidy Picado Filho - É só me enviar, junto com uma foto e um breve currículo.
Farbhen Arievyh – Farei isso breve.
Archidy Picado Filho - Só pra esclarecer: seu livro deve estar mesmo "um boneco" de belo, mas o que você quer fazer dele é UMA BONECA. Precisando, e eu podendo fazer, estou aqui pra auxiliar meus semelhantes a que possam continuar o trabalho que a Vida nos determinou a fazer. Prepare-se para muitos exercícios de humildade e paciência.
Farbhen Arievyh - Eu só tenho a agradecer e fico admirado e sem palavras por tamanho gesto de solidariedade para com seus semelhantes da arte. Um gesto nobre desses só poderia mesmo vir de uma pessoa fantástica, de um artista completo como você.
Archidy Picado Filho - Você tem boa auto-estima a já se considerar "Maravilhoso". (pelo fato de Farbhen Arievyh usar às vezes o pseudônimo Fah Mercury Maravilhoso) Apesar do necessário exercício da humildade a que devem se submeter os artistas - principalmente os grandes - isso é bom.
Farbhen Arievyh - Estou preparado para todos os exercícios de humildade, paciência, fé, esperança e luz.
Archidy Picado Filho - Mas não se deixe humilhar, nem humilhe outros que lhe humilham. PALAVRAS DA SALVAÇÃO.
Farbhen Arievyh - Muito obrigado. Minha auto-estima sempre me ajudou a supera-me na vida, pois desde criança tive que superar traumas, cresci sendo obrigado a superar traumas de uma família complicada, de um padrasto que me batia, me tratava como bicho e me maltratava. Aprendi que a esperança é a ultima que morre, mas descobri que na verdade a esperança nunca morre enquanto estivermos força para superar obstáculos, quedas e medos. Uma coisa boa aprendi desde cedo: nunca devemos pagar o mal com o mal. Devemos sim fazer o bem sempre, mesmo a quem nos fez o mal, nos traz algo indispensável para a vida a felicidade e realização: a presença de Deus no coração.
Archidy Picado Filho - Que suas palavras não sejam vãs repetições do que você um dia ouviu ser conversado entre dois ladrões.
Farbhen Arievyh - Certo tempo de tanto lutar, tentar e levar bordoada da vida eu pensei em desistir. Mas certo dia eu estava em um barzinho com uns amigos, meio triste, confesso. Dai resolvi cantar no karaokê como gosto de fazer vez em quando e a tristeza que eu tinha foi embora com os aplausos que recebi naquele momento.
Farbhen Arievyh - Um jovem senhor, músico aposentado do Rio de Janeiro que agora mora em João Pessoa chegou até mim e me perguntou por que eu estava triste quando fui cantar se Deus me deu algo para eu me alegrar? Se Deus me deu uma voz bela e um belo jeito de cantar.
E conversamos muito. Falei dos meus sonhos e ele me disse taxativo: NÃO DESISTA DAQUILO QUE DEUS LHE DEU: UMA VOZ BELA, CARISMA, UM SORRISO MARAVILHOSO, UM JEITO ÚNICO E INCONFUNDIVEL DE CANTAR. NAO DESISTA DE VOCÊ NUNCA! Eu até me emocionei e resolvi que vou lutar pelos meus sonhos, pelo meu lugar a sombra. Algumas pessoas vieram me parabenizar e o dono do bar me pediu para cantar outras músicas. O jovem senhor me disse: continue compondo, criando suas poesias, desenhando, faça um blog, um twitter, ponha um vídeo no youtube, faça as pessoas conhecerem você e seu trabalho.
Archidy Picado Filho - Bom. É assim que deve ser.
Farbhen Arievyh - E eu estou lutando para conseguir o que todo artista sonha: Fazer parte da vida das pessoas, dos sentimentos, das emoções, da esperança, da paz com a nossa a arte. Com a nossa arte de fazer arte. Agradeço-lhe muito por palavras tão sábias que me fortalecem e me ajudam a seguir em frente, humildade (que é essencial), perseverança e fé. E fico feliz em saber que poderei contar com seu apoio. Muito obrigado mesmo, de coração.
Archidy Picado Filho - Por nada.
Farbhen Arievyh - Vou mandar o boneco do livro para você dar sua opinião assim que tiver pronto. E junto, alguns desenhos meus também.
Archidy Picado Filho - Ok.
Farbhen Arievyh - Mas uso muitas vezes o nome artístico “ Fah Mercury Maravilhoso”
Archidy Picado Filho -  Farbhen Arievyh? ... De qual parte do cosmos você veio? (risos)
Farbhen Arievyh - Meus padrinhos que puseram esse nome. Quando me batizaram meu padrinho disse assim: vamos botar um nome diferente, pois quando ele crescer vai ser um artista e não vai estar a procura de um nome artístico, já vai nascer com um.E assim eu cresci. (risos) Com esse nome. (mais risos)
Archidy Picado Filho – (ao ler o poema Metade) Um romântico espertinho, hem? Para que sua poesia seja mais valiosa, será preciso parar de descrever o que sente seu coração apaixonado e mergulhar na lama primordial do mundo e dos seres a fazer brotar do inferno pequenas fagulhas de Vida. Exagerei. (risos) Mas é isso: quanto mais profundo, melhor.
Farbhen Arievyh – Hum... Muito boa a dica. Vou aplicá-la nas minhas próximas poesias a partir de hoje.
Archidy Picado Filho – (risos) Vou ter que sair. Quando quiser, me envie o arquivo de seu texto.
Farbhen Arievyh - Estou imensamente feliz por ter conversado com você e ter trocado essa experiência maravilhosa. Você é um sábio e um artista completo fantástico.Muito obrigado mesmo, por tudo. Eu sempre acompanho seus textos, suas frases que você posta no face.
Archidy Picado Filho - Obrigado. Volto depois.
Farbhen Arievyh - Eu é que agradeço pelas palavras de incentivo e apoio. Com suas palavras eu passo a acreditar mais em mim, no meu trabalho. E com suas dicas acabei de ter uma inspiração para uma nova poesia mais realística, vibrante, tocante. Farei e mostrarei depois. Espero conversarmos mais vezes. Um forte abraço.Mergulharei sim, nos primórdios mundiais e tirarei de lá todas as fagulhas possíveis, sejam infernais, celestiais ou carnificiais. “Carnificiais?” (risos). Inclusive tenho um poema assim que fiz a tempo atrás chamado PODRIDÃO. Vou faiscar a realidade nua e crua dos abortos da sociedade até a renascença da vida.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Diário de um poeta

Para estrear a seção “DIÁRIO DE UM POETA” neste blog, convidamos nosso poeta e compositor Farbhen Arievyh para escrever um texto reflexivo, expressando suas idéias e seu modo de pensar diante da cultura e da arte que envolve os artistas independentes do nosso país.
Demos a ele a seguinte pergunta para a criação desta matéria: “Farbhen, por que, apesar de tanto talento para múltiplas artes só agora você resolveu, junto com sua assessoria de imprensa, criar algum meio de divulgação dos seus trabalhos?”
E para nossa surpresa, do seu lado escritor, ainda não muito explorado neste blog, saiu esse texto fantástico que você lê a seguir.

Desenho de "Farbhen Arievyh"


Um sonho nunca morre, às vezes adormece
(texto de Farbhen Arievyh)

Uma visita que fiz recentemente a UFPB em João Pessoa me reanimou a por em prática um projeto antigo. Na verdade um sonho que ainda criança idealizei, mas deixei adormecer com o tempo. Talvez por receio de seguir adiante, pela falta de apoio ou pelo simples, mas significativo, fato de não termos a cultura e seus artistas valorizados ou reconhecidos em nossa cidade que, infelizmente, aprendi a chamar de terra de ninguém.
É lamentável que artistas como eu que escrevo, desenho, componho e faço poesias permaneçam quase anônimos num lugar com menos de vinte mil habitantes. E isso se refere a vários outros artistas.
É incrível e muito triste observar que o ser humano é julgado pelo que é ou pelo que tem. E não pelo que sabe ou o que pensa. Nem mesmo pela história de vida que possa deixar para os que virão.
Lá na UFPB, vendo toda aquela miscelânea de pessoas com seus costumes, histórias únicas, idéias, excentricidades, crenças, sonhos, projetos de vida, estilos e modo de pensar e agir distintos, fiquei encantado... Maravilhado. Confesso que me surpreendi com tanta miscigenação explícita e exuberante que parecia infinita. Vi uma fome de cultura numa troca de experiências fantástica. Um amadurecimento em busca de aprendizados que ao mesmo tempo faz o ser humano sentir-se humano de verdade e mostrar seus verdadeiros valores como pessoas. Como cidadãos livres. E isso é muito importante.
O mundo mais parece antropófago, eu sei. Mas ao invés de devorarmos uns aos outros, devemos nos alimentar de experiências, aprendizados... E olhar as pessoas com os olhos da alma, do coração. Não devemos julgar para não sermos julgados. Está escrito. Portanto devemos amar para sermos amados, não acha? Que tal fecharmos os olhos que só enxergam a aparência e ambição? Vamos trocar idéias com aquele que está descalço! Aquele mendigo que você não da importância! Ou aquele senhor com o rosto todo enrugado e o corpo fragilizado pelo tempo e que você o ignora, despreza ou desrespeita. Já parou pra pensar que cada ruga que ele traz no rosto e no corpo é uma década, um ano, um mês ou um dia de história e de labuta vividos?
O mundo é uma salada de gente. A vida é um suco de experiência sem fim. E a sorte é você quem constrói a cada dia. Pense nisso e olhe ao seu redor calmamente.
Foi assim que eu, vendo toda aquela suculência de cores, aromas, rumores e sabores na UFPB, voltei decidido a realizar meu sonho de criança e difundir minha arte e a cultura desta cidade que, quero aprender a amar e me alegrar quando, um dia, eu enxergar uma evolução cultural e sentir a necessidade de chamar Alhandra de “meu canto, meu lugar’. Pois é uma cidade que tem muito a crescer. E tem espaços a conquistar com a arte e seus artistas naturais ou residentes. Apenas falta incentivo a arte e a cultura. Pois Alhandra é como um mar cheio de ondas e balanço. Cada onda é uma arte, uma cultura. Cada balanço é um artista que se perde no tempo por falta de apoio. Por isso somos obrigados a sermos artistas independentes na luta pela estrada de nossos horizontes. Na busca de um lugar ao sol. No desejo de termos a nossa arte difundida para que mais pessoas saibam que arte e cultura pode sim, substituir as drogas e a marginalidade.
Vamos fazer de nossas vidas um canibalismo cultural. Devorar livros, artes e aprender sem limites uns com os outros. Fazer a nossa historia. Seguir nosso caminho e deixar um pouco de nós para os que virão. Fincar nossas raízes. Intensificar nossas esperanças.
Podemos ser antropófagos sim, mas com miscelânea e miscigenação. Vamos dar um não a misantropia e dizer sim a liberdade de expressão cultural.
Podemos mudar nossa história e o rumo de nossas vidas. Podemos mudar nosso país e construir nossa evolução... Podemos ser nós mesmos. E quem sabe até mudar o mundo? Afinal, nada acaba quando não há mais razão de viver, pois la no fundo todos nós, mesmo angustiados ou decepcionados temos uma razão de viver. De ser feliz. Por menor que seja, mas temos. Dizem que a esperança é a última que morre. Mas assim como um sonho de criança, na verdade ela nunca morre. Apenas adormece. E tudo só acaba quando a vida acaba...




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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Felicidade é algo mágico e encantador

Mais uma bela arte do compositor Farbhen Arievyh
                                       


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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Um texto do escritor Farbhen Arievyh para reflexão

"O amor move o coração a fazer sempre o que é certo." (Farbhen Arievyh)
Deixe o Amor Entrar
               O amor move montanhas quando o deixamos tomar conta de nossos corações. Sem rancor.  Sem dor. Sem mágoas. Quando enchemos nossos pulmões de ar e contemplamos a natureza, admirando toda a beleza do mundo que Jeová Deus criou especialmente para nós, pobres mortais. Amar ao próximo significa amar a vida e tudo que se move ao seu redor. Ter tolerância, ser compreensivo, ser paciente, gentil, educado e ter sempre bom humor, mesmo quando não se está tão bem. Afinal de contas, se um sorriso feliz não puder resolver algo, acha que a tristeza ou o mau humor resolverá? Pense nisso. Reflita com carinho e atenção. E, verá que amar a vida faz bem a alma, a saúde, ao bem estar. Abre espaços para os sonhos e as realizações... E nos faz enxergar as pessoas ao nosso redor como elas realmente são: seres humanos, criação de Jeová Deus.
                                                                                                                                     Farbhen Arievyh

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

O amor está no ar, traduzido em desenho e poesia para encantar seu coração.



Eu sou...
(Farbhen Arievyh)

Eu sou lua solidão,
Quando estou
Em mim sozinho,
E os pensamentos a vagar.
Eu sou mar de ilusão
Quando busco em teu ninho
Um aconchego pra me amar.
Eu sou sol e liberdade
Quando busco na saudade
Teu sorriso a me guiar.
Eu sou rio de água doce
Embriago-me em teu corpo
Penetrando no teu mar.
Eu sou fonte dos desejos
Correndo para teus beijos
Quando você vem me amar.
Eu sou tua alegria
Teu segredo, fantasia
Sou tua vida, teu cantar.
Sou o que você deseja
Tua luz quando me beija
Sou tua razão de amar.
Eu sou simples, mas profundo
Sou tua vida, o teu mundo
Sou pra te realizar...


Poema do compositor Farbhen publicado no jornal Fã Clube Oficial Farbhen Arievyh

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Do sonho a realização na busca de novos horizontes

Farbhen e Batista Lima do forró Limão com Mel

Quando criança, Farbhen gostava de cantar em cima da mesa da cozinha ou no quintal com um frasco de desodorante, improvisando assim um microfone. Fingia estar cantando para uma multidão, simulava as participações especiais do show, criava coreografias, agradecia a Deus e ao público pela presença e anunciava onde seria o próximo show; quando sairia o próximo disco, enfim, montava um repertório de duas ou três horas de shows e cantava essas horas sem parar como se estivesse num palco de verdade. Outras vezes se imaginava no Jô Soares, na Xuxa, na Marília Gabriela, na Hebe... Dando entrevistas. Para isso, se arrumava todo, sentava no sofá fingindo estar diante do entrevistador e respondia as perguntas imaginárias numa seriedade enorme. Alguns amigos na escola, brincando, perguntavam como estavam os shows, onde seria o próximo e ele respondia muito sério e atencioso. Divertia-se muito com isso. Desenhava figurino pra o show, rascunhava o cenário em cartolina e pensava em cada detalhe. No repertório constavam músicas de Elba Ramalho, Roberto Carlos, Rosana, Wanderléa, Sandra de Sá, Grupo Kaoma, Daniela Mercury (sua maior referência musical), Simone, Fafá, Reginaldo Rossi entre tantos outros. Estes mesmos artistas eram sua fonte de inspiração na hora de compor. Certo dia o sonho se tornou realidade quando se mudou para a Paraíba e recebeu o convite para cantar numa banda de forró, onde aprendeu muito em seis anos de trabalho. Viajou por muitas cidades da Paraíba e Pernambuco, conheceu outros artistas e recebeu, na época, muitos convites para cantar em outras bandas, inclusive algumas de pagode. Participou do show de algumas delas cantando ou dançando. No Espaço Cultural, em João Pessoa, fez uma participação especial cantando ao lado da cantora paraibana Kelscia e seu violonista Márcio, num repertório recheado de pérolas da MPB. Sua vida era uma correria, dividida entre o trabalho de agente comunitário de saúde e os ensaios e shows da banda. Quando não estava cantando ia a festas onde chamava atenção dançando sem parar. O que acontece até hoje. Participou de vários concursos de dança (e só perdeu um), onde ganhou alguns prêmios inusitados como um lindo e exclusivo relógio que guarda até hoje, e jamais usou, e uma bateria de carro que ele vendeu na mesma hora por uma pechincha. “Só para não voltar para casa com aquele peso”. Quando perguntado pela cultura do lugar, Farbhen lamenta o fato de uma cidade histórica como Alhandra não dispor de incentivo e apoio a cultura e aos artistas que nela residem. “É uma pena que tanto os políticos quanto as empresas ignorem a cultura e seus artistas, fazendo-os ficarem no esquecimento e no anonimato. Para não padecer, o artista que residir em Alhandra sente-se obrigado a buscar noutras cidades novos horizontes, como fez a poetisa Edjane Fortunato. E isso é algo que entristece o artista”, ressalta ele. Isso é importante, pois, como cidadão, conheça os artistas do seu bairro, da sua cidade, do seu estado. Valorize e divulgue a cultura popular local, os artistas da sua terra, do seu lugar. “As escolas também deveriam divulgar seus artistas nas tradicionais semanas culturais”, conclui. Não permita que a arte regional fuja da memória do lugar. Porém, não deixe seus filhos nascerem desprovidos de cultura para conhecer, apreciar, divulgar e opinar. “Cidade sem cultura é cidade morta. Artista desconhecido e sem apoio é como um pássaro livre para voar, mas de asas cortadas. É como um sonho que renasce sem rumo. Sem direção. É como a poesia da música sem a melodia da canção”. Diz Farbhen.


Agradecimento especial aos fãs e amigos Lécio Luiz de Itacuruba- PE e Manoel Ferreira de São Paulo pelo apoio, carinho e amizade. Vocês são especiais.


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Farbhen: Um artista plural no horizonte dos sonhos...

Entrevista:

Nome: Farbhen Arievyh.
Apelido: Fah Mercury, Dy Mercury, Fahbinho, Farbhencito, Fah.
Nascimento: 17 de maio, em Paudalho, Pernambuco.
Na TV: Seriados, Jô Soares, jornais, novelas. Tambem gosto de alguns desenhos que não passam mais como She-Ra, He-man, Caverna do Dragão, Thundercats,entre outros da mesma época.
Ao que não assiste na TV: Programas de comédia americana.
Nas horas livres: Danço, componho ,desenho, escrevo poesias, canto, faço crochê, ponto cruz,etc.
No cinema: Filmes de ficção, romance e aventura.
Preconceito racial: O Brasil é um país de múltlipas raças e cores. Acolhe todas as tribos de qualquer lugar do mundo, mas a força maior brasileira, por mais que se queira negar vem do vigor e da inteligencia dos negros. Bem antes do Brasil ser Vera Cruz,os indios habitavam essa terra maravilhosa e os negros vieram para fortalecer esse país com sua cultura encantadora.
Quem melhor representa a cultura afro brasileira:São muitos artistas. Passaria horas citando nomes, mas a maioria vem da Bahia. A Daniela Mercury é a maior representante brasileira dessa cultura tão bela. O Carlinhos Brown, que é outro negro fantástico artisticamente falando, e a Margareth Menezes (maravilhosa!), tambem são fortíssimos influentes nessa cultura. Eu sempre defendí a minha raça e a cultura negra desse país, pois o negro é a força viva que move os sonhos da alma. Há tambem o Gil Alves, um artista negro completo que homenageio em uma de minhas poesias. Ele canta, dança e coreografa como ninguem, mostrando para o mundo que a arte que vem dos negros finca raízes nos horizontes da vida e das realizações. O admiro muito. Ele é um artista baiano brasileiro inconfundível. E isso so prova que o negro é arte, é vida. Negro é paz. Negro é luz.
Música: Sou eclético. Amo e escuto  muito Daniela Mercury, Limão com Mel, Elba, Fafá, Flávio Venturini, Vander Lee, Madonna, Celine Dion, Cher e tudo que é MPB, alem de música regional do nosso país. Só não gosto de músicas pejorativas, de duplo sentido que fazem apologia ao sexo, prostituição e as drogas, ou que não tenham letras significativas. Por isso admiro muito as bandas de forró Limão com Mel, Magníficos, Encantu`s, Desejo de Menina, entre outras que, assim como essas que citei, usam o romantismo em suas canções para encantar corações.
Livro: Qualquer um de ficção, biografia ou auto-ajuda. O Caçador de Pipas é emocionante. Eu chorei em vários capítulos do livro.
Prato predileto: Massas em geral, principalmente lasanha.
Bebida: Não resisto a um bom vinho e uma taça de champanhe.
Sonho: Gravar meu CD solo com minhas composições e cantar com Batista Lima do forró Limão com Mel, Rita de Cássia, Érica M. França (Banda Magia), Daniela Mercury, Elba e Wanderléa. Publicar meu livro de poesias. Ser entrevistado pelo Jô Soares e pela Xuxa. Ter uma música minha gravada por Limão com Mel e Daniela Mercury.
Sonho realizado: Ter conhecido Daniela Mercury em janeiro de 2010. E conhecer toda galera da Limão com Mel que admiro tanto.
Saudade: Da banda de forró Anjos e Demônios, incluindo todas as viagens e shows pelo nordeste,da amizade e carinho com todos os músicos. Bons tempos que, espero um dia reviver. Saudade tambem do tempo em que eu viajava com a banda Mastruz com Leite, o carinho dos músicos, a alegria de cada show e do tempo em que eu acompanhava a grande compositora e cantora Rita de Cássia. Bom tambem lembrar da Banda Magia, a qual fiz uma grande amizade com a cantora Érica M. França que tem uma voz maravilhosa.
Artista plástico: O paraibano Carlos França é incomparável.
O melhor do guarda roupa: Camisetas básicas, bermudas e jeans.
Mulher bonita: Xuxa.
Homem bonito: Antonio Banderas e David Beckham.
Cantor: Batista Lima (Limão com Mel), Jorge Vercillo, Pedro Mariano, Djavan.
Cantora: Daniela Mercury, Elba, Celine Dion, Wanderléa, Cher... Entre tantas outras.
Compositor: Batista Lima, Daniela Mercury, Lenine, Rita de Cássia, Walter Emmanuel.
Música: Nobre Vagabundo (composição de Márcio Melo), Lindo Amor (de minha autoria) e Filha da Agricultura (tambem composição minha)
Atriz: Fernanda Montenegro e minha conterrânea Arlete Salles.
Escritor: Os paraibanos Tarcísio Pereira e Antônio Mariano. E Ágata Christie.
Arma de sedução: Carinho e atenção. Sou romântico.
Compras: CD`s, DVD`s, livros e roupas.
Melhor viagem: Ainda farei ao Rio de Janeiro e Salvador. Mas o carnaval de Recife e Olinda foram maravilhosos. Mas, foram inesquecíveis todas as viagens em turnê com a banda de forró Anjos e Demônios.
Sinônimo de elegância: Gentileza e educação.
Melhor notícia: Saber um dia que a PAZ EXISTE. Não so a paz na terra, mas, principalmente a paz no interior de cada ser humano.
Inveja: Um sentimento que afeta muito o ser humano. Atrapalha a vida de quem tem e de quem é invejado. É um sentimento destruidor que pode ser substituído pelo amor e admiração ao próximo.
Gula: Acho que sou guloso. Como muito. Muito mesmo. (risos)
Defeito: Querer enxergar bondade em todo mundo e tentar buscar uma explicação para o por quê de alguem ser autor de maldades.
Cobiça: Ser alguém bem mais feliz do que sou.
Tristeza: Quando sou criticado pelo jeito espontâneo e transparente de ser, pois alegria é um dom que herdei ao nascer.
Dor: Das muitas decepções que já passei.
Vaidade: Sou muito vaidoso. (risos). Principalmente com o cabelo.
Mania: Andar cantando e ouvir música no último volume.
Importante: Respeito e honestidade sempre.
Filosofia de vida: Fé em Deus sempre! E força pra seguir em frente. Se sonharmos, tudo se torna realidade quando temos Deus no coração, acreditamos em nós mesmos e buscamos a realização sem medo dos caminhos à seguir. A fé é fundamental. A confiança em si tambem.
Guia: A fé em Jeová Deus move minha vida e meu coração.
Palavra de ordem: Alegria sempre!



Bom. Espero que tenham gostado desta breve entrevista com o nosso admirável artista Farbhen Arievyh. Cantor, compositor, poeta, desenhista, escritor, sonhador, lutador e com o coração cheio de sentimentos. Enfim, um homem mortal, porem abençoado por Deus com a alma eternizada na poesia da vida, da história e da arte. Abraço a todos.

                                                       
                                                      
                                                                                                                   Atenciosamente,
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Um poema de Farbhen Arievyh para encantar seu coração

Metade
(Autor: Farbhen Arievyh)

Da lembrança sou saudade,
Do teu beijo o sabor.
Da paixão eu sou desejo,
Do jardim, a bela flor.

Da tua boca sou o mel,
Do teu corpo a sedução.
Da realização eu sou o sonho,
E do vivido a emoção.

Da chuva sou as gotas d’água
Das colinas, a neblina.
Do céu sou as estrelas
Que, em noites de luar te fascinam.

Do disco sou a canção
Que embala os corações.
Do carinho eu sou ternura
E da sorte as vibrações.

Eu sou relva nas montanhas,
Gotas de orvalho no amanhecer.
Do que falta sou metade
E, para completar a outra parte,
Necessito de você.

 

O poema Metade foi publicado na revista “Na Poltrona” em 2005 e teve uma grande repercussão nacional. Farbhen Arievyh recebeu centenas de cartas de todo o Brasil com elogios e comentários.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um artista autodidata e multi cultural

                                                                  Farbhen Arievyh

Farbhen Arievyh é um artista precoce presenteado por Deus com a “arte de criar arte”, como ele mesmo diz. Com 8 anos de idade fez seu primeiro desenho, compôs sua primeira música (única com letra gospel) e fez sua primeira poesia. A devoção de sua avó, que é evangélica foi a inspiração para sua primeira composição musical. Já o primeiro desenho aconteceu pelo desejo de ter a capa de uma revista que ele tanto queria. Como não conseguiu, resolveu desenhá-la e não acreditou que havia feito aquilo. Esse pernambucano que tem “um que” de baiano é um artista autodidata e tem como essência artística e cultural o folclore popular brasileiro. Apesar das dificuldades, conseguiu inserir alguns trabalhos seus em livros, revistas e jornais Não desiste da arte por achá-la miscível à vida e aos sonhos. E também por sentir-se arte. Afinal, o que seria da arte sem alma do artista? E o que seria do artista sem os sonhos de infância? Sem o desejo de fazer arte?

Farbhen Arievyh. Compositor, poeta, escritor. Enfim, um artista de múltiplos talentos